A morte da professoraJuliana Santiago, de 41 anos, dentro de uma sala de aula em Porto Velho, chocou o país e levantou debates sobre violência contra a mulher e segurança nas instituições de ensino. O crime, investigado como feminicídio, ocorreu no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) e interrompeu de forma brutal a trajetória de uma educadora descrita por alunos como otimista, acolhedora e profundamente dedicada à profissão.
Além de professora de Direito Penal, Juliana também atuava como escrivã da Polícia Civil, conciliando a carreira jurídica com a vocação para o ensino. No ambiente acadêmico, era conhecida pela proximidade com os estudantes e pelo esforço constante em tornar as aulas mais dinâmicas e acessíveis.
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