Durante uma distribuição de comida em uma pracinha, ninguém esperava encontrar uma alma esperando quietinha nas sombras de uma garagem abandonada. O espaço parecia ter sido familiar um dia, talvez até seguro, mas agora estava vazio, frio e intimidante. Lá dentro, sentado sozinho, estava um cachorro, imóvel e silencioso, como se o mundo tivesse lentamente virado as costas para ele.
Ele era cego.
Separado das pessoas de quem um dia dependera, permaneceu naquela garagem dia após dia, se agarrando à frágil esperança de que seus donos voltariam. Não se afastava muito. Não choramingava. Apenas esperava. Mas aqueles em quem confiava nunca mais apareceram.
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