A transposição de obras literárias para o cinema é, sem dúvida, uma tarefa repleta de desafios e expectativas. Cada página de um livro carrega a imaginação de milhares de leitores, que muitas vezes têm suas próprias visões dos personagens e do enredo. Quando se trata de um filme como “Todo lo que nunca fuimos”, baseado no aclamado romance da escritora Alice Kellen, a pressão aumenta significativamente.
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