A investigação sobre a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana ganhou novos desdobramentos após a exumação do corpo realizada na sexta-feira (6) em Suzano, na Grande São Paulo. Peritos identificaram marcas na região do pescoço e em outras partes do corpo da policial durante os exames realizados após a retirada do corpo.

A descoberta levou os investigadores a solicitar exames complementares para determinar se houve algum tipo de compressão na região do pescoço antes do disparo que matou a policial. O caso ocorreu no apartamento onde ela morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, no bairro do Brás, na capital paulista.
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