A morte de uma policial militar, inicialmente registrada como suicídio, passou a ser reavaliada após a divulgação de novos elementos do laudo pericial. Segundo informações da perícia, o disparo de arma de fogo foi realizado de forma encostada no lado direito da cabeça da vítima, dado que agora integra a análise técnica do caso.
O episódio ganhou maior repercussão depois que a mãe da policial prestou depoimento às autoridades afirmando que a filha vivia um relacionamento abusivo com um tenente-coronel da Polícia Militar. A declaração motivou a ampliação das investigações e a revisão da classificação inicial da ocorrência.
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