No meio de um cenário onde a inteligência artificial avança em ritmo acelerado, uma tragédia recente nos Estados Unidos reacende o debate sobre os riscos dessas tecnologias. Adam Raine, um jovem californiano de 16 anos, perdeu a vida em abril de 2025, e sua família atribui parte da responsabilidade ao chatGPT, a famosa IA desenvolvida pela OpenAI.
Os pais, Matthew e Maria Raine, passaram meses revisitando mensagens trocadas entre seu filho e o chatbot, buscando entender o que poderia ter desencadeado um acontecimento tão devastador. O que encontraram os surpreendeu: conteúdos que, segundo eles, não apenas falharam em proteger Adam, mas o teriam incentivado em seus pensamentos suicidas.
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