Situações envolvendo fé, cultura e identidade costumam provocar discussões apaixonadas. Quando tradições religiosas encontram escolhas individuais de famílias, a tensão entre normas litúrgicas e diversidade cultural pode vir à tona. Foi exatamente o que aconteceu recentemente no Rio de Janeiro, em um episódio que repercutiu muito além dos limites de uma paróquia do Leblon, zona sul carioca.
Durante uma cerimônia de batismo, um padre teria se recusado a pronunciar o nome da bebê em determinados momentos do sacramento. Em vídeos gravados por familiares, o sacerdote se refere à criança como “a filha de vocês” ou “a criança”, sem mencionar Yaminah, nome escolhido pelos pais.
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