Ana Flores Guerrero tinha apenas seis meses de vida. Seis meses. Uma idade em que o mundo se resume a colo, leite, sono e, sim, muito choro. Porque é assim que os bebês se comunicam. É assim que eles dizem que estão com fome, com sono, com desconforto, com medo.
Mas Ismelda Ramos Mendoza, de 36 anos, não enxergava dessa forma.
Naquele dia, em algum lugar de Maryland, nos Estados Unidos, algo dentro da babá se rompeu. Ou talvez nunca tenha estado no lugar certo. O choro de Ana não era diferente de nenhum outro choro de bebê.
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