Se dependesse do empenho de Tarcísio de Freitas, Cláudio Castro, Guilherme Derrite e Hugo Motta, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, do União Brasil, não teria sido preso nesta semana. Caso o PL Antifacção fosse aprovado do jeito que eles queriam, a Polícia Federal teria que pedir autorização para o governador para conduzir a investigação contra o Comando Vermelho.
Não se pode esquecer da intensa mobilização da extrema direita para enfraquecer o papel do aparelho estatal mais preparado e qualificado para combater o crime organizado. A prisão dos aliados de Castro, os deputados Bacellar e TH Joias, não seria possível se a Polícia Federal não tivesse autonomia para investigar o caso.
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