No palco, Marília Mendonça parecia impossível de controlar. Sabia o tamanho da própria voz, entendia a conexão que mantinha com o público e, segundo Léo Dias, não permitia que ninguém comandasse sua carreira. Fora dos holofotes, porém, existiria uma vulnerabilidade quase oposta àquela força: ela confiava demais nas pessoas que estavam por perto.
Foi esse contraste — poder de um lado, confiança do outro — que surgiu durante uma conversa em que o jornalista relembrou a proximidade que manteve com a cantora. Em vez de apresentar uma revelação única e comprovada, Léo desenhou um retrato mais complexo: o de uma mulher que sabia conduzir a própria imagem, mas que, na visão dele, teria enfrentado decepções e prejuízos justamente por acreditar em quem fazia parte de seu círculo.
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar
O artigo não está concluído, clique na próxima página para continuar
Página seguinte