Quando Carolina Ferraz fala sobre o período em que deixou a Globo, ela não descreve uma queda silenciosa nem uma cena de bastidor digna de novela. Ela fala de um “corte”, de um intervalo forçado para olhar a própria vida e de uma sequência de mudanças que chegou sem pedir licença: a saída da emissora, a pandemia e o fim de um casamento.
Mas, no meio dessa conversa sobre trabalho e reinvenção, a atriz e apresentadora revelou uma dor muito anterior à fama. Aos 14 anos, ela perdeu o pai, assassinado em Goiânia. A frase aparece sem teatralidade, entre lembranças de uma infância feliz e a explicação de por que, mais tarde, sua família deixou a cidade e voltou para São Paulo.
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