O cãozinho que vivia atrás da cerca não tinha nome nem família. Preso a uma vida de sofrimento, ele passou seus dias acorrentado ao lado de uma casa, com o focinho preso por uma fita adesiva apertada, uma injustiça silenciosa que parecia não ter fim. Seu berço era nada mais que o concreto frio e duro, onde deitava-se após longas horas de isolamento, ignorado por todos ao seu redor.

Apesar de latir com todas as forças que seu pequeno corpo conseguia reunir, suas súplicas pareciam se perder na densa cortina de indiferença que cercava sua vida.
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