Quando encontraram a Luna, a cena era insuportável de ver.
Encolhida embaixo de um carro estacionado, o corpo dela estava fraco, tremendo sem parar. Cada respiração era um esforço, como se o ar já não quisesse mais entrar nos pulmões.
E mesmo assim, Luna continuava se agarrando à vida.
Eles tinham só algumas horas de vida. Não enxergavam, não andavam, não conseguiam fazer nada sozinhos. Os corpos pequenos e frágeis só buscavam o calor da mãe pra sobreviver.
Luna cobria eles com o corpo, como se fosse a última barreira entre os filhotes e o mundo.
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