“Nas sombras de uma rua movimentada, um filhote minúsculo de pelagem embaraçada e olhos cansados tremia sozinho, quase sem forças para se manter em pé. Quem passava seguia adiante, sem perceber a vida frágil que lutava sob camadas de sujeira e abandono. Mas certa manhã, um grupo de estranhos parou.
Com cuidado, a levantaram do chão, revelando feridas que contavam uma história de sofrimento que ninguém deveria viver. Cada dia no abrigo trouxe novos desafios: curar seu corpo, acalmar seus medos, ensiná-la a confiar de novo.
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